|
Membros do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado), ligado ao Ministério Público Estadual de São Paulo, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), e da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo iniciaram durante a madrugada uma operação para desbaratar uma quadrilha acusada de emitir carteiras de habilitação falsas para pelo menos sete Estados da União. A intenção é cumprir 21 mandados de prisão.
De acordo com o SPTV, a polícia prendeu a empresaria Ana Lúcia Máximo de Campos e o marido dela, Juarez Pereira de Campos, delegado que atua em Ferraz de Vasconcelos. Campos é apontado pelo Ministério Público como um dos possíveis responsáveis pelo suposto esquema de vendas de carteiras de habilitação para vários Estados brasileiros. Batizada como "Operação Carta Branca", a investida policial conta ainda com 25 mandados de busca e apreensão. O número de presos não foi confirmado pelo Ministério Público. De acordo com informações preliminares, as carteiras de habilitação partiam de São Paulo com destino aos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Goiânia. A operação conta com 200 agentes da PRF, e está à procura de 21 suspeitos de integrar a suposta quadrilha. Entre os acusados estão donos de auto-escolas, servidores públicos e responsáveis pelos fornecimentos dos testes de avaliação médica e psicológica, exames necessários para se obter a carta de motorista.
|